Sessão de capacitação para alunos do Ensino secundário.
https://percursosdeleitura.blogspot.com/2026/05/projeto-lidera-ler-informacao-diaria.html
Evidências da iniciativa:

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), através da sua Unidade de Literacia Mediática, e em resposta a um convite da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), dinamizou a sessão “News Literacy and Online Disinformation: Libraries, Media Regulators and Citizens in Collaboration”, dirigida a bibliotecários e representantes de diferentes países europeus envolvidos no projeto europeu NEDLib (https://nedlib.unibit.bg/) de que a DGLAB faz pate. A iniciativa realizou-se no âmbito da NEDLib Portuguese Summer School (evento do projeto dinamizado em Almada) e teve como objetivo promover a reflexão sobre o papel das bibliotecas, dos reguladores dos media e dos cidadãos na defesa do direito à informação e no reforço da resiliência face à desinformação online.
A sessão começou por apresentar a missão da ERC, o enquadramento legal da sua intervenção na área da literacia mediática e os princípios que orientam o trabalho desenvolvido nesta matéria, destacando a importância da colaboração entre reguladores, bibliotecas, instituições educativas e outros agentes sociais. Foi igualmente sublinhado o papel das bibliotecas públicas enquanto espaços privilegiados de mediação cultural, promoção do acesso à informação e desenvolvimento de competências de pensamento crítico junto das comunidades.
Num segundo momento, foram discutidos os desafios atuais associados à desinformação, enquadrando-os no contexto das preocupações internacionais relacionadas com a integridade da informação e a participação democrática. A partir de exemplos concretos, os participantes analisaram diferentes tipos de conteúdos digitais, explorando a distinção entre desinformação, erro involuntário, sátira, propaganda e outras formas de desordem informacional. Foram igualmente apresentados sinais de alerta que podem ajudar a identificar conteúdos manipulados ou potencialmente enganosos, bem como ferramentas básicas de verificação de informação e de pesquisa inversa de imagens.
A componente prática da sessão assentou na análise colaborativa de casos reais de desinformação apreciados pela ERC, incluindo conteúdos manipulados, falsas sondagens eleitorais, utilização abusiva de marcas jornalísticas e exemplos de deepfakes com objetivos fraudulentos. Estes exercícios permitiram discutir estratégias de análise crítica, verificação de conteúdos e avaliação da credibilidade das fontes de informação, reforçando a importância de uma abordagem informada antes da partilha ou amplificação de conteúdos digitais.
A sessão terminou com a apresentação de recursos, materiais e exemplos de boas práticas que podem ser utilizados por bibliotecas e outras entidades na promoção da literacia mediática e informacional junto dos seus públicos.
A convite da Divisão de Cidadania e Cultura da Câmara Municipal da Lourinhã, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), através da sua Unidade de Literacia Mediática, participou no festival “Livros a Oeste”. Realizou uma sessão de sensibilização e capacitação dedicada às temáticas da desinformação, do discurso de ódio e da participação responsável no espaço público digital. A iniciativa procurou promover a reflexão crítica sobre os desafios associados à circulação de informação em ambientes digitais, sensibilizando os participantes para a importância do consumo informado de conteúdos mediáticos e para o respeito pelos direitos humanos nas interações online.
A sessão abordou conceitos fundamentais relacionados com a liberdade de expressão, limites legais da comunicação digital, a moderação de conteúdos (por parte de plataformas digitais, órgãos de comunicação social e público em geral) e o papel das entidades reguladoras. Através da análise de exemplos concretos, os participantes foram convidados a distinguir conteúdos potencialmente ofensivos ou discriminatórios, refletindo sobre os diferentes mecanismos de denúncia, supervisão e moderação existentes.
Num segundo momento, foram explorados diferentes casos de desinformação, incluindo manipulações visuais, conteúdos fabricados, fraudes associadas a falsas notícias, deepfakes, discurso de ódio e conteúdos satíricos. A atividade permitiu incentivar o desenvolvimento de competências de análise crítica, identificação de sinais de alerta e verificação de informação, promovendo a distinção entre desinformação, erro involuntário, sátira e outros tipos de desordem informacional. Foram igualmente apresentadas estratégias práticas de verificação de conteúdos.
A partir de casos reais apreciados pela ERC, foram ainda discutidos os impactos da desinformação no direito à informação, os desafios colocados pela reutilização de conteúdos provenientes das redes sociais pelos órgãos de comunicação social e o enquadramento jurídico aplicável, incluindo referências ao Regulamento dos Serviços Digitais (DSA), ao Regulamento Europeu da Liberdade dos Meios de Comunicação Social (EMFA), ao Regulamento da Inteligência Artificial (AI Act) e à Carta Portuguesa de Direitos Humanos na Era Digital.
A participação da ERC no festival contribuiu para reforçar a capacitação dos participantes na identificação e análise crítica de conteúdos problemáticos, promovendo comportamentos mais conscientes, responsáveis e informados no ambiente digital, em linha com a missão da ERC de promoção da literacia mediática e de valorização da informação jornalística de qualidade.
A sessão de encerramento do projeto LIDERA foi dedicada à avaliação do percurso desenvolvido ao longo das seis sessões de capacitação, promovendo um momento de balanço coletivo das práticas implementadas, das aprendizagens realizadas e dos resultados alcançados junto dos participantes e mediadores envolvidos.
Num primeiro momento, a equipa do projeto apresentou um balanço quantitativo da iniciativa (ainda provisório), incluindo o número de sessões realizadas e de participantes envolvidos, tanto nas ações de capacitação dirigidas aos mediadores como nas atividades posteriormente dinamizadas junto dos públicos finais. Seguiu-se a análise das respostas recolhidas no âmbito da atividade “Perguntas para Pensar”, exercício transversal a todas as sessões que procurou estimular a reflexão crítica sobre temas como o jornalismo, a diversidade de perspectivas, a inteligência artificial, a desinformação e a democracia. As respostas permitiram identificar perceções, preocupações e aprendizagens significativas dos participantes ao longo do projeto.
A sessão incluiu ainda um momento de partilha de práticas, durante o qual foram revisitados os principais temas e dinâmicas das seis sessões de capacitação. Os participantes foram convidados a apresentar exemplos de implementação local, bem como memórias, experiências e evidências consideradas particularmente marcantes, promovendo a valorização do trabalho desenvolvido em diferentes contextos e comunidades.
Foi ainda partilhado com os participantes um questionário para avaliação do projeto: opiniões sobre o grau de satisfação global, os aspetos mais valorizados, as áreas a melhorar e os principais contributos do LIDERA para a prática profissional e para a cidadania dos participantes. Este exercício visa fazer um primeiro retrato do impacto da iniciativa e recolher contributos para o aperfeiçoamento de futuras edições.
A sessão terminou com a apresentação de informações relativas à continuidade do projeto, à utilização futura dos materiais disponibilizados, ao tratamento dos dados recolhidos e às possibilidades de desenvolvimento de novas edições, reforçando a importância de consolidar uma comunidade de prática comprometida com a promoção da literacia mediática, da valorização e consumo de informação jornalística e da participação cívica informada.
A sexta sessão do projeto LIDERA (projeto de capacitação para bibliotecários) foi dedicada à reflexão sobre a relação entre os consumos informativos dos cidadãos, o funcionamento da democracia e o papel desempenhado pelos media jornalísticos na construção do espaço público. Num mundo muito centrado no consumo de conteúdos em ambiente digital, a sessão procurou sensibilizar os participantes para a importância de desenvolver hábitos de consumo informativo diversificados, críticos e orientados para matérias de interesse público, bem como para contribuir para a aquisição/reforço de competências relacionadas com esse consumo.
A atividade centrou-se numa dinâmica participativa que teve como ponto de partida a análise dos consumos informativos recentes dos próprios participantes. Após uma reflexão individual sobre os conteúdos informativos consumidos, os participantes identificaram os temas predominantes nas suas práticas de informação e, em pequenos grupos, construíram listas de temas considerados mais relevantes. A partir desse exercício, foram convidados a imaginar como seria uma democracia construída com base nesses consumos informativos, refletindo sobre quais os temas, grupos sociais e direitos humanos que ganhariam maior visibilidade e quais poderiam permanecer ausentes.
Num segundo momento, os temas identificados pelos participantes foram comparados com a agenda mediática do dia, através da análise de primeiras páginas de jornais (tendo por base dois quiosques digitais, um nacional e um internacional). Esta comparação permitiu discutir diferenças e pontos de contacto entre os interesses pessoais refletidos nos consumos individuais e os critérios de interesse público que orientam o trabalho jornalístico.
O debate alargado incidiu sobre questões como a fragmentação dos consumos mediáticos, a influência dos algoritmos na seleção da informação, os riscos associados ao encerramento em bolhas informativas e a importância da pluralidade e diversidade de vozes para o funcionamento democrático. A sessão destacou ainda o papel do jornalismo enquanto atividade sujeita a responsabilidades éticas, deontológicas e legais, responsável pela verificação de factos, contextualização da informação, representação plural da sociedade e escrutínio dos poderes públicos.
Entre as principais ideias trabalhadas estiveram a necessidade de cidadãos informados para a participação democrática, a relevância do debate público baseado em informação credível, a importância da diversidade de perspetivas e o reconhecimento do jornalismo como um elemento fundamental para a proteção do direito à informação. A sessão procurou igualmente reforçar a consciência de que os consumos mediáticos não são neutros, resultando de escolhas individuais e de processos de mediação tecnológica, pelo que a cidadania implica selecionar, questionar e avaliar criticamente a informação que circula no espaço público.
O projeto FAMA — “Empoderando Cidadãos Informados | Empoderando Democracias Europeias” é uma iniciativa internacional de investigação com duração de 24 meses, cofinanciada pela União Europeia no âmbito da convocatória CERV-2025-CITIZENS-CIV (Acordo de Subvenção n.º 101254014). O consórcio deste projeto envolve o Iscte – Instituto Universitário de Lisboa, a cooperativa Portuguesa Aproximar, a Universidade de Palermo (entidade coordenadora), o Centro Sviluppo Creativo Danilo Dolci, a Universidade de Atenas e o Athens Lifelong Learning Institute.
Para a dinamização de atividades em Portugal, o Iscte estabeleceu parcerias com a Agência Lusa, a Cátedra UNESCO em Comunicação, Literacia Mediática e Cidadania, o OberCom e o Cenjor.
As ações de formação intituladas “Desinformação na Nova Era Digital” surgem no âmbito do terceiro Work Package do projeto, abordando aspetos como:
• Os desafios da literacia mediática em Portugal e na Europa
• Conceitos, ecossistema digital e fatores psicológicos da desinformação
• Algoritmos, IA e os desafios da desinformação para o jornalismo e a democracia
• Os desafios da desinformação e o seu combate
https://drive.google.com/drive/u/1/folders/1LKP2J789W3XL6zMNEDAmGtbwK5x__zQ9
A atividade, desenvolvida nas Bibliotecas Escolares com turmas do 1.º e 2.º anos, teve como ponto de partida a visualização e exploração da curta-metragem, disponibilizada no âmbito do Plano Nacional de Cinema, seguida da leitura integral da obra A Menina com os Olhos Ocupados, ambos de André Carrilho. Através de uma abordagem dinâmica e de uma forte componente visual, os alunos foram desafiados a refletir sobre os perigos do isolamento provocado pelo uso excessivo de ecrãs (telemóveis e tablets) e a redescobrir as surpresas do mundo real.
https://www.facebook.com/biblioteca.aeaav
Evidências da iniciativa:

A atividade consistiu na exploração de dez pequenas narrativas que retratam situações do quotidiano em que a Inteligência Artificial está presente. Após uma conversa inicial sobre os conhecimentos prévios dos alunos relativamente à IA, a turma foi organizada em pequenos grupos, tendo cada grupo analisado uma história e respondido a questões orientadoras. As conclusões foram posteriormente partilhadas e discutidas em grande grupo, promovendo a reflexão sobre os benefícios, os riscos e as implicações éticas associadas à utilização da Inteligência Artificial.
https://www.facebook.com/biblioteca.aeaav
Evidências da iniciativa:

Ação de Curta Duração sobre Inteligência Artificial nas Bibliotecas Escolares
Oficina dirigida a alunos do 3.º Ciclo e Ensino Secundário e dinamizada por Carlos Pinheiro, coordenador interconcelhio RBE e professor bibliotecário.
https://www.rbe.mec.pt/np4/7DiasComosMedia-2026-oficina-interativa.html
A Rede de Bibliotecas Escolares disponibiliza um conjunto de sugestões de atividades, relacionadas com o tema do ano e que poderão ser dinamizadas pelas bibliotecas escolares, em articulação com as diferentes disciplinas, tal como se apresentam ou adaptadas à realidade específica da escola.
Observação crítica da forma como diferentes meios de comunicação selecionam, hierarquizam e apresentam as notícias do dia. Produção de uma revista de imprensa.
https://bibliotecaescolaresccb.blogspot.com/2026/05/projeto-lidera-operacao-7-dias-com-os.html
Reflexão sobre o discurso de ódio online e criação de uma campanha para o seu combate.
https://bibliotecaescolaresccb.blogspot.com/2026/05/7-dias-com-os-media-odio-online.html
Este projeto tem como objetivo promover competências de leitura crítica de notícias e de avaliação de conteúdos informativos, com vista ao reforço da literacia mediática e digital, da cidadania informada e da resistência à desinformação.
Foram dinamizadas atividades sobre as seguintes temáticas do projeto:
- Leituras críticas: jornalismo vs. informação nas redes sociais;
- O Jornalismo e a Inteligência Artificial;
- Identificação e análise de desinformação;
- Reflexão crítica e papel dos media na democracia.
Partilha de evidências da iniciativa:

Partindo do visionamento do vídeo “A Notícia – Português 1º Ciclo – O Troll explica…”, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=9Pjr9a9bbSs, os alunos do 3.º ano e 4.º ano das escolas com biblioteca escolar exploraram a estrutura das notícias, os diferentes suportes noticiosos e os conceitos de jornalismo, informação e desinformação.
A segunda parte da atividade consistiu em ler notícias disponibilizadas no site do Público na Escola – notícias Público para a Sala de Aula e resolver em grupo uma ficha de trabalho. No final, cada grupo apresentou as suas conclusões, através do seu porta-voz.
Partilha de evidências da iniciativa:

Mais evidências em: https://drive.google.com/drive/folders/19xorTkiVaC1v0emdFojktzReqQOa4x0G
Atividade de exploração do impacto de mensagens e sua reformulação, a partir da reflexão sobre ética na comunicação e distinção entre inclusão e exclusão.
Partilha de evidências da iniciativa

Atividade de reflexão crítica com alunos do 10.º ano de escolaridade sobre o modo como a Inteligência Artificial reforça estereótipos.
O grupo de alunos participante produziu um conjunto de podcasts que reflete as pesquisas realizadas sobre os subtemas que se elencam a propósito da partilha de evidências realizadas pela promotora desta iniciativa, a professora bibliotecária Sandra Cristina Oliveira Graça de Matos Bettencourt.
Partilha de evidências da iniciativa
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Estereótipos de género – https://www.canva.com/design/DAHJAcfifD4/OAm-BnbC0DQQc9-cYCwpTg/watch
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Estereótipos raciais e étnicos – https://www.canva.com/design/DAHJA0f498Y/KsGSLZxf1lTAVhTJPmM91w/watch
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Estereótipos relacionados com profissões – https://www.canva.com/design/DAHJA0f498Y/KsGSLZxf1lTAVhTJPmM91w/watch
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Estereótipos relacionados com nacionalidades ou culturas – https://www.canva.com/design/DAHJA1BvZls/Qpx6gasF3wb-hRxGAGxJbg/watch
Planificação da atividade – fb82f8_b3dd2c0387d7411b89947da2017143a8.pdf
- Grupo I – fb82f8_ad8b082e53e84e63a9dbf11c6872fcf2.pdf
- Grupo II – fb82f8_6b6fded3fd5e461e85eb8d8cde3a0d7b.pdf
- Grupo III – fb82f8_5eb8459d42cd4c9d8b5ef1267644e6ea.pdf
- Grupo IV – fb82f8_15c0854d06cd497e898c55748ab4b28f.pdf
- Grupo V – fb82f8_36af17b4046a4df6b3cfd04f658333c3.pdf
- Grupo VI – fb82f8_10e4a65d57304fefa4531d7efed6dc9d.pdf
- Grupo VII – fb82f8_860827880cb94cca941f003cb43939bf.pdf
- Grupo VIII – fb82f8_569b00fdb75f42cfbfa7b69dc436806d.pdf
Foram realizadas duas palestras integradas na temática “Prevenção e Combate à Violência Online”.
Uma das sessões, dirigida aos alunos do 8.º ano, foi dinamizada pela Polícia Judiciária e contou com a participação de cerca de 150 alunos. A segunda palestra foi dirigida às turmas do 6.º ano, envolvendo igualmente cerca de 150 alunos, e foi dinamizada pela Linha Internet Segura / APAV.
Destaca-se a participação ativa dos alunos Líderes Digitais, que assumiram a moderação das sessões e colocaram questões às entidades convidadas.
Sessão de capacitação de um hora para ser desenvolvida com a população de mais idade a propósito das representações que os media em geral, e a comunicação social em particular, fazem dessa população e da velhice, bem como sobre potenciais consequências dessas representações em termos de diversidade.
Evidências da iniciativa:

Exploração do impacto de mensagens e sua reformulação, a partir da reflexão sobre ética na comunicação e distinção entre inclusão e exclusão.


Todos os que têm as Relações Públicas como área de estudo, trabalho, investigação ou interesse, são convidados a participar numa Talk com Rita Nabeiro, Executive board member do Grupo Nabeiro e CEO da Adega Mayor, em Sessões Temáticas Paralelas, em momentos de networking e em pitches com empregadores.
Ação de sensibilização e capacitação sobre o combate ao fenómeno da desinformação online e a valorização do direito à informação.
A atividade, pensada e dinamizada pela Unidade de Literacia Mediática da ERC, tem a duração de 120 minutos, ao longo dos quais se propõem diferentes exercícios: 1) pensar o direito à informação tendo por base exemplos de situações de consumos de conteúdos mediáticos; 2) desconstrução e análise individual de conteúdos para capacitar para a identificação de elementos que podem sinalizar presença de desinformação, bem como para sensibilizar para a relevância de não confundir desinformação com outras realidades, como por exemplo erros involuntários ou a sátira identificada como tal; 3) análise colectiva de conteúdos denunciados junto da ERC como configurando situações de desinformação e posterior explicação da atuação do regulador com base nas suas competências e atribuições.
Partilha de recursos informativos disponibilizados no site da ERC como passíveis de serem partilhados pelos bibliotecários participantes na ação com os respectivos públicos.
Esta iniciativa encontra-se alinhada com os Eixos Estratégicos da ERC e enquadra-se no Plano de Atividades da ERC para 2026.
A Escola Superior de Comunicação Social (ESCS) acolhe, no dia 5 de maio, a conferência “CNID, 60 anos: Perspetivas sobre o presente e o futuro do jornalismo de desporto”, uma iniciativa comemorativa das seis décadas do Clube Nacional de Imprensa Desportiva (CNID).O evento reune profissionais e especialistas para debater os principais desafios e transformações do jornalismo desportivo.
Aceitámos o desafio dos 7 dias com os Media e o tema de 2026:
As redes sociais criaram um novo espaço de debate: cheio de oportunidades, mas também de desafios para a democracia e o jornalismo.
Entre maior pluralidade e acesso à informação, surge a pergunta: estão a fortalecer ou a ameaçar a democracia?
No quinto episódio de “ENTRadas”, juntámos três jovens jornalistas de diferentes áreas — televisão, multimédia e rádio, para discutir este tema com o professor de jornalismo Jaime Lourenço.
Um agradecimento especial a todos os participantes e à Academia Jorge Pina pela cedência do espaço.
Este é o quinto de muitos episódios da nova série de debates “ENTRadas”, disponível no YouTube do ENTR PT.
Sessão para 3 turmas da Escola onde um orador orador (do Projeto “Polígrafo”) promove um esclarecimento sobre a temática da desinformação.
Tendo como referência o tema do projeto de 2026, “Direitos Humanos, com rede ou sem rede”, a Biblioteca Escolar, em articulação com a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, vai dinamizar, ao longo de quatro semanas, a atividade “Olhares em Jogo: diversidade cultural nos media”.
Esta proposta pretende desenvolver nos alunos a compreensão da diversidade cultural e a capacidade de analisar criticamente a forma como esta é representada nos media, através de práticas de leitura, interpretação e análise de mensagens mediáticas. Ao mesmo tempo, procura reforçar a consciência de que o respeito pela diferença, pela dignidade humana e pelos direitos de todos continua a ser essencial, tanto nos espaços presenciais como nos ambientes digitais.
Adaptadas a partir de recursos do Projeto Lidera, as atividades assentam em metodologias colaborativas, de reflexão e questionamento, integrando momentos de leitura orientada, análise crítica de conteúdos mediáticos, discussão em grupo e produção de mensagens responsáveis.
Atividade de exploração do impacto de mensagens e sua reformulação, a partir da reflexão sobre ética na comunicação e distinção entre inclusão e exclusão. Após a exploração do livro “Um mundo melhor”, formar uma teia de lã com palavras bondosas e, por ultimo com palavras de ódio. Explorar e transformar mensagens negativas em mensagens positivas, através de um tapete de robótica. Finalizar com a construção de um painel coletivo.
Este workshop acontecerá na Escola EB1 de Torneiros/Douro e na EB 1 Nº2 Vila Real, no dia 4 de maio de 2026. Pretende-se promover, em alunos do 3.º e 4.º anos, a compreensão dos conceitos fundamentais de literacia mediática para a salvaguarda dos direitos humanos. Através de metodologias participativas e reflexivas, os alunos vão desenvolver a capacidade de análise crítica de conteúdos mediáticos, tomar consciência dos direitos humanos no contexto dos média e compreender a importância de uma cidadania digital.
A partir da metodologia adotada no GMMP (Global Media Monitoring Project), vamos discutir a sub-representação das mulheres nas notícias com estudantes de Comunicação Social do Instituto Politécnico de Coimbra/ESEC. Vamos fazer um exercício de codificação de notícias e discussão dos resultados dos relatórios 2025 do monitoramento.
Prosseguindo a missão do Global Media Monitoring Project (GMMP – https://waccglobal.org/our-work/global-media-monitoring-project-gmmp/), que tem mensurado a extensão dos desequilíbrios de género nas notícias produzidas em largas dezenas de países, e tomando como objeto de estudo as notícias em circulação em Portugal na semana de 3 a 9 de maio, a iniciativa Observatório do Género volta a ser realizada no âmbito da operação “7 dias com os media”. Recorrendo ao método e aos instrumentos do GMMP, a atividade deste Observatório oferecerá uma visão das representações de género num contexto marcado não apenas pela digitalização, mas também pelo recurso a algoritmos, que estruturam a visibilidade e as interações tecnologicamente mediadas.
De 3 a 9 de Maio a biblioteca do ISVOUGA, Instituto Superior de Entre Douro e Vouga, associa-se ao projeto com a iniciativa “7 Dias, 7 Dicas com a Biblioteca”, que inclui a publicação diária de conteúdos no blogue.
A conceção dos conteúdos editoriais e do cartaz de divulgação é da responsabilidade dos estudantes da Licenciatura em Marketing, Publicidade e Relações Públicas, promovendo uma abordagem prática, criativa e aplicada à comunicação digital, sob coordenação da docente Andreia Silva.
A ideia é promover a literacia mediática na comunidade académica, reforçando competências críticas de leitura, análise e produção de conteúdos digitais, com especial incidência no combate à desinformação. Cartaz criado por Sara Soares.
Esta atividade guiada de literacia aborda de forma simples o que são dados e algoritmos, primeiro por analogia e depois recorrendo a pedidos de geração de imagens no Chat GPT. Adequado para crianças entre os 8 e os 12 anos, o recurso poderá ser realizado em grupo, sala de aula ou contexto informal, e pode também envolver a família.
Neste workshop, realizado com jovens do secundário, procura-se aplicar atividades sobre temas de justiça social contextualizada nas suas comunidades, explorando exemplos reais de movimentos liderados por jovens e discutindo desigualdades sistémicas.
Esta masterclass insere-se no projeto 2026 Odisseia no Espaço — Ciclo de Literacia Audiovisual, desenvolvido em articulação com o PNC. A Literacia dos Media está no eixo desta proposta, uma vez que analisa problemas cinematográficos concretos: enquadramento, luz, cor, espaço, staging, banda sonora, revelando processos de escolhas técnicas e artísticas que produzem sentido.
Nesta ação para professores foram analisadas duas longas-metragens de animação: Interdito a Cães e italianos, de Alain Ughetto e A Mais Preciosa Mercadoria, de Michel Hazanavicius. A ação contou com a presença de formadores especialistas em Cinema e em Direitos Humanos: Fernando Galrito ( Diretor do Festival de Cinema de Animação MONSTRA), Inês Sousa (Coordenadora da Plataforma de Direitos Humanos) e Hugo Vaz (Curador do Museu do Holocausto, no Porto)
Os alunos são convidados a dramatizar de situações de comunicação presenciais e on-line ( guiões pré- elaborados). Todos são convidados a registar e analisar as decisões e as situações apresentadas de acordo com um guião disponibilizado. Finalmente, em grupo , será feito um debate.
Este Workshop será realizado no dia 9 de maio de 2026 no Fórum da Juventude de Gaia, entre as 10h e as 16h. Este momento será partilhado entre jovens e procura, a partir da voz e vivências de cada um, construir-se uma narrativa digital que incorpore as experiências cívicas coletivas. Permitindo, desta forma, amplificar vozes marginalizadas, promover compreensão e empatia, assim como desenvolver competências digitais.
Videocast de 30 minutos, para jovens a partir do 3.º ciclo, centrado na promoção dos direitos humanos e da inclusão no contexto digital. A atividade pretende sensibilizar para a importância do respeito pela diferença, da igualdade de oportunidades e do combate a comportamentos discriminatórios nas redes sociais e noutras plataformas online. Ao longo da sessão, que inclui uma entrevista, serão explorados exemplos do quotidiano digital, incentivando os alunos a refletir sobre a forma como comunicam, interagem e participam no ambiente online.
Evidências da iniciativa:

Link para o videocast
Esta atividade consiste num podcast de 30 minutos, com formato de debate participativo com o público, centrado no tema “Ter voz na rede e fora da rede”, entre quatro participantes com perspetivas complementares: uma investigadora especialista em jornalismo para crianças, docente e investigadora na área da psicologia, um jovem de 18 anos, um adolescente e uma criança mais nova. A conversa explora o conceito de “voz” em dois sentidos fundamentais: o direito à participação – crianças e jovens como sujeitos ativos nas decisões que os afetam (em linha com a Convenção sobre os Direitos da Criança) e voz enquanto fonte de informação.
Evidências da iniciativa:

Link para o podcast
Videocast de 30 minutos, para um público a partir do 3.º ciclo, dedicado à análise da relação entre as redes sociais e os fenómenos de violência no desporto, refletindo sobre as motivações, influências e consequências destes comportamentos no contexto digital e presencial. A sessão contará com a participação do Comissário Vítor Patrica, Chefe da Unidade Metropolitana de Informações Desportivas, e de Rodrigo Cavaleiro, Presidente da Autoridade para a Prevenção e Combate à Violência no Desporto. Ao longo da conversa serão abordados temas como o papel das redes sociais na disseminação de discursos de ódio e incitamento à violência, a influência dos conteúdos digitais nos comportamentos dos adeptos, os desafios da prevenção e monitorização destes fenómenos e a importância da literacia mediática e digital no combate à violência associada ao desporto.
Evidências da iniciativa:
Hiperligação para o videocast

Atividade prática, para alunos do 3º ciclo e secundário, de criação de um programa de rádio sobre temas relacionados com os direitos humanos, a cidadania, a inclusão e a comunicação digital. Os participantes terão oportunidade de conhecer o funcionamento de um estúdio de rádio e de produzir conteúdos informativos, entrevistas, debates ou pequenos blocos de notícias.
Evidências da iniciativa:

Workshop prático de literacia mediática dirigido a estudantes do ensino secundário e do 3.º ciclo, realizado em estúdio de televisão e centrado na introdução à produção de notícias televisivas e conteúdos jornalísticos. A atividade permite aos participantes explorar técnicas básicas de captação de imagem, som e edição, através da criação de conteúdos audiovisuais sobre temas relacionados com direitos humanos, cidadania e questões sociais no contexto digital.
Os participantes são divididos em duas equipas – jornalistas e influencers – e desafiados a produzir dois formatos de vídeo sobre o mesmo tema: uma peça informativa com linguagem jornalística e um vídeo curto para redes sociais. O processo inclui momentos de reflexão, desenvolvimento de guiões, gravação em estúdio e visionamento final dos conteúdos produzidos.
Evidências da iniciativa:

Atividade prática, para alunos dos 1º e 2º ciclos centrada, na gravação de um audiobook a partir de livros infantojuvenis relacionados com temas como os direitos humanos, a inclusão, a cidadania e a utilização responsável dos media. Os alunos terão contacto com o processo de gravação em estúdio, experimentando técnicas básicas de leitura expressiva, utilização da voz e gravação de som.
Atividade de literacia mediática dirigida a estudantes do 1.º e 2.º ciclo, que utiliza personagens de histórias infantis e juvenis ligadas ao jornalismo para introduzir, de forma simples e acessível, o papel dos jornalistas e a importância de procurar factos e contar histórias verdadeiras. A sessão, que tem lugar num laboratório de televisão, inicia-se com a apresentação de exemplos de “heróis jornalistas” e uma breve conversa sobre o que faz um jornalista e como se recolhe informação. Segue-se uma atividade criativa em que os alunos realizam um desenho sobre “o que é um jornalista”. O processo é registado em vídeo e, no final, cada aluno ou grupo apresenta e explica o seu desenho.

A iniciativa, visa sensibilizar os jovens para o facto de que a autonomia e a reputação digital estão em jogo no mundo online. Mais do que esconder coisas, a cibersegurança é apresentada como uma forma de manter o controlo sobre a própria narrativa e garantir que a liberdade e a imagem futura não sejam comprometidas. Dados recentes indicam que 98% dos jovens na UE utilizam a Internet diariamente e que as queixas por cyberbullying e discurso de ódio aumentaram 39. A iniciativa foca-se em transformar o utilizador de um produto da rede num agente consciente e protegido.
Evidência da iniciativa:

Título: TAKE 24 – Vamos falar sobre Cinema? Masterclass com Nuno Beato + Praticas cinematográficas nas escolas
Promotor: Plano Nacional de Cinema
Data: 06 maio de 2025
Onde: online
Público-alvo: professores, alunos, outros
Hiperligações: https://pnc.gov.pt/praticas/6-de-maio-take-24-masterclass-com-nuno-beato
Ficha completa aqui.
Título: Afinal, o que é Inteligência Artificial? – Compreender a tecnologia e a informação em tempos de Inteligência Artificial
Promotor: CAI – Centro de Ativ’Idades
Data: 07 e 08 de maio, 14h00
Onde: Covilhã (presencial)
Público-alvo: Reformados
Hiperligações: https://www.cm-covilha.pt/?cix=850&tab=792&curr=818&lang=1
Ficha completa aqui.
Título: Calma IA, eu ainda penso!
Promotor: Biblioteca Municipal de Felgueiras
Data: 6 de maio
Onde: Biblioteca Municipal de Felgueiras
Público-alvo: público em geral
Hiperligações: https://www.cm-felgueiras.pt/
Título: Verdade e manipulação: pensar criticamente na era da Inteligência Artificial
Promotor: Biblioteca da Escola Secundária São Pedro – Vila Real
Data: 05 a 09 maio de 2025
Onde: Biblioteca da Escola Secundária São Pedro
Público-alvo: 9.º e 10.º anos
Hiperligações: https://pnc.gov.pt/praticas/6-de-maio-take-24-masterclass-com-nuno-beato
Ficha completa aqui.
Título: Cognitivo, Mas Não Consciente: Revisitando o Erro de Descartes na era da IA
Promotor: Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Católica Portuguesa
Data: 07 de maio de 2025
Onde: Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Católica Portuguesa (Lisboa)
Público-alvo: alunos de mestrado
Hiperligações: não disponível
Ficha completa aqui.
Título: Tertúlia “IA, eu penso!”
Promotor: Agrupamento de Escolas da Bemposta (Portimão)
Data: 14 de maio de 2025
Onde: Escola Básica e Secundária Bemposta (Portimão)
Público-alvo: Alunos de 3 turmas de Filosofia do 11-º ano
Hiperligações: https://www.cm-felgueiras.pt/
Título: Aceito…ou talvez não! Saber usar os media
Promotor: Bibliotecas Escolares Lorosae (AE Carlos Gargaté)
Data: Várias datas (entre 29 de abril e final de maio de 2025)
Onde: Bibliotecas Escolares Lorosae (AE Carlos Gargaté) Almada
Público-alvo: alunos do 8.º ao 10.º ano de escolaridade
Hiperligações: BE lorosae – 7 Dias com os Media 2025
Ficha completa aqui.